http://04021c3560d0c90306.comunidade.uolk.uol.com.br/2008_03/topic2008_03-12_15_39_50-3929349.html



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Blog da Fran - A vida pelos meus olhos


LIVRO

MEU LIVRO FOI PARAR NAS MÃOS DO PRESIDENTE LULA


Momento vaidade, mas eu trabalhei muiiiiiiito para a obra sair... Então pode. Riso. Foram cerca de seis meses de apuração, mais de 60 entrevistas, leitura e/ou consulta a cerca de 30 obras de referência e noites insones escrevendo enlouquecidamente. Na etapa final do livro, passei Natal, Ano Novo e Carnaval na frente do computador. A obra se chama A PRESENÇA FRANCESA NO BRASIL, de Villegaignon ao século XXI, livro de 200 páginas (metade em português e metade em francês), sobre os franceses no Brasil. A obra foi encomendada pela Câmara de Comércio França-Brasil à Editora Conteúdo e é de minha autoria.

Mais detalhes em:

http://francoiseterzian.blog.uol.com.br/arch2009-04-26_2009-05-02.html

 François Dossa, presidente da Câmara de Comércio França-Brasil, entrega o livro ao presidente Lula



Escrito por Françoise Terzian às 17h16
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ALAGOAS

MACEIÓ VAPT-VUPT

 

Fui para Maceió (AL) na quinta e voltei no domingo. Os quatro dias foram tomados por muitas palestras, uma festa (do branco!), dois aniversários e tempo antipático - o sol só abriu para valer no domingão, justo na hora de retornar para Sampa. No entanto, os momentos passados lá foram enriquecedores.

 


 

 



Escrito por Françoise Terzian às 23h23
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Literatura francesa

Balzac: o escritor que entendia as mulheres

Estou lendo A Mulher de Trinta Anos, do incrível Honoré de Balzac, e fiquei impressionada com a forma como ele descreve a ilusão feminina em relação aos homens. Imagine um romancista do século 19 que conseguiu decifrar desejos femininos íntimos, muitas vezes imperceptíveis até para as mulheres. Como pôde ele descobrir e escrever algo com o qual eu sonho hoje? E a forma como ele descreve os sonhos, escolhe as palavras perfeitas e evolui sua tese? É por isso que eu o admiro tanto. Balzac é dono de uma inteligência ímpar. Abaixo, o fantástico trecho do livro:

Pai para a filha Júlia:

- Pois bem, minha filha, escuta-me. As moças sonham muitas vezes com uns seres nobres e encantadores, criaturas perfeitamente ideais, e assim forjam umas quiméricas fantasias acerca dos homens, dos sentimentos e do mundo. Depois, elas atribuem inocentemente a um caráter as perfeições com que sonharam, e nele confiam. Elas amam no homem da sua escolha esse ente imaginário, porém, mais tarde, quando já não podem fugir à desgraça, a aparência enganadora que elas embelezaram, o seu primeiro ídolo, enfim, muda-se num esqueleto odioso.  

 



Escrito por Françoise Terzian às 20h46
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JOALHERIA

CHAVE DE OURO, DE PRATA, DE BRILHANTES...

 

DA TIFFANY & CO.

 


Eu sempre achei exageradíssima a frase "Os diamantes são os melhores amigos das mulheres". Sua beleza, pureza e eternidade nunca foram suficientes para transformar, pelo menos a mim, numa louca por jóias. Admiro peças reluzentes, é claro, mas acho que a verdadeira beleza se encontra naquele colar passado de avó para neta ou então naquele anel que surge de forma inesperada durante um pedido de casamento. O verdadeiro valor da jóia é sentimental.

Na sexta-feira, no entanto, admito que meu lado materialista-fútil ficou atiçado. Ao pisar no Shopping Iguatemi, em São Paulo, eu me deparei com as mais lindas chaves já vistas: as Tiffany Keys Collection (foto acima), em ouro 18 quilates, platina ou prata esterlina com diamantes.

Inspiradas em desenhos dos arquivos da Tiffany & Co, elas reinterpretam chaves de portas antigas de castelos, fazendas, porta-jóias e diários. Nos detalhes, o que chama a atenção são os desenhos em forma de medalhão, coração e flor. Elas foram criadas para serem usadas como pingente de correntes, mas bem que poderiam ser utilizadas para abrir portas físicas ou até invisíveis.

Lançadas mundialmente em maio, as chaves da Tiffany já viraram item "must have" pelos fashionistas. Também não é para menos. Elas são lindas de morrer, mas eu não vou comprar.



Escrito por Françoise Terzian às 23h54
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BRASIL-CORÉIA

AMIZADE GLOBAL

 

A coreana que conheci no centro de São Paulo na véspera da Páscoa chegou bem ao seu país, depois de quase dois meses de viagem solo pela América Latina. Agora, ela conhece a região muito melhor do que eu e qualquer outro brasileiro. Abaixo, nossa foto durante o almoço que eu contei aqui em http://francoiseterzian.blog.uol.com.br/arch2009-04-12_2009-04-18.html

 

Françoise e Jungsook (mas pode chamar de Jane, seu nome americano)

 



Escrito por Françoise Terzian às 14h20
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TEATRO

Tragicomédia Fogo Cruel em Lua de Mel reestreia em SP

 



A tragicomédia Fogo Cruel em Lua de Mel, da Cia. Fé Cênica, reestreia hoje, feriado de Corpus Christi, em São Paulo. Neste momento de reflexão da fé católica, o texto do autor Nazareno Tourinho, imortal da Academia Paraense de Letras, também leva o espectador a refletir sobre a fé, a existência e a forma como cada um conduz sua vida.


O ponto de partida da peça é a cena mais inusitada possível: um casal que, em plena noite de núpcias, encontra-se preso no quarto de um hotel em chamas. O incêndio expõe claramente as diferenças de Gil e Elza. Ele  é um poeta boêmio e ateu, ela é uma assistente social extremamente religiosa.

É a partir daí que as discussões sobre fé e valores entram em cena. “O fogo leva as personagens para uma situação limite que garante a comicidade da obra de Nazareno Tourinho. O texto faz rir e chorar, diverte e ao mesmo tempo provoca uma reflexão sobre questões existenciais”, explica o ator e diretor de teatro Claudio Marinho, responsável pela montagem da peça.

O final, assegura ele, é surpreendente. Abaixo, os principais trechos da entrevista de Marinho concedida a mim e publicada pelo portal VoIT (http://voit.uol.com.br/?p=blogInterna&id=1642):

Qual a temática de Fogo Cruel em Lua de Mel?
Claudio Marinho -
A peça não faz apologia à religião, aos valores morais e nem a qualquer padrão de comportamento. Mas mostra que as pessoas são diferentes, têm sonhos e opiniões diversas. O texto propõe um conflito entre as personagens. Ele é ateu. Ela é religiosa. Ele é boêmio e ela recatada demais. Com muito humor a peça mostra estes conflitos. Este é só o ponto de partida. O interessante é que, no meio do conflito, os personagens percebem que o hotel encontra-se em chamas.

Acredita que um casal  tão diferente assim poderia dar certo na vida real?
Marinho - 
Não sei se na vida real é possível conciliar tantas diferenças. Talvez sim, afinal o mundo é cheio de possibilidades. Quanto aos personagens, o mais interessante é que, mesmo depois de uma "transformação", eles continuam divergentes. Elza e Gil são capazes de mudar de idéia e quando isto acontece, ficam novamente em lados opostos. Por isso são personagens tão desafiadores para os atores Noedja Bacic e Geraldo Machado, que conseguem expressar este conflito, que está na essência do teatro. O final propõe um desenrolar muito claro da história. Mas cada personagem sustentando o seu ponto de vista.
 
Qual o público alvo da peça?
Marinho -
A peça já foi apresentada para um público bem heterogêneo: jovens e adultos, pessoas com maior ou menor poder aquisitivo, pessoas que estudaram pouco e também pessoas com nível intelectual bem avançado. O que percebemos é que atinge ao público de maneira ampla porque usamos uma linguagem simples, clara, sem pretensão de fazer uma montagem "intelectualóide".

Então a peça também diverte...

Marinho -
Queremos fazer entretenimento, sim. Mas ao mesmo tempo destacamos na montagem o conteúdo existencialista: "Eu vou morrer. E agora? Eu acredito em algo? Eu sonho com algo? O que fiz da minha vida? O que eu faria se continuasse vivendo?". O público normalmente se diverte e ri muito, mas sai pensando nestas coisas.

SERVIÇO:
Fogo Cruel em Lua de Mel
Em cartaz até 16 de julho, toda quinta, às 21h, no Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218, SP, 11-3807.0792). Preço: R$ 20,00. Capacidade: 83 lugares. Classificação etária: 12 anos. Duração: 50 minutos. Bilheteria funciona de quarta-feira a domingo, das 16h30 às 22h. Aceita cheque, mas não cartões de crédito. Estacionamento ao lado por R$ 10,00 (fixo).



Escrito por Françoise Terzian às 14h10
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NOS PALCOS

Perissé encarna advogada picareta no teatro

 

Políticos corruptos fazem sucesso há anos no palco, quando transportados da vida real para cenas caricatas. Maridos infiéis, idem. Agora é a vez de os advogados canastrões ganharem vida no teatro. Imagine a divertidíssima Heloisa Périssé na pele de uma "doutora" dessa categoria. Não consegue imaginar? Então assista a comédia Advocacia Segundo os Irmãos Marx, que estreia neste sábado (6), na capital paulistana.

A peça é encabeçada por Périssé, que interpreta Yasmin Robalo, uma advogada incompetente e corrupta, e vive rodeada por assistentes preguiços e golpistas. São eles: Wilson dos Santos, Robson Nunes, Alex Moreno, Flavio Baiocchie e Alexandre Pinheiro. Os cinco encarnam 32 personagens, entre masculinos e femininos, que vivem fazendo atrapalhadas em torno de Périssé. A brincadeira, no fundo, é um alerta para a hipocrisia da sociedade.

O espetáculo é dividido em cinco esquetes escritas por Bernardo Jablonski e baseadas em textos dos Irmãos Marx, o louco quarteto do cinema. O texto foi montado experimentalmente no Tablado no início dos anos 90. Desde então, a atriz conta que "vivia prometendo a Jablonski que interpretaria a doutora Yasmin". Com o fim da peça Cócegas, que ela protagonizou durante seis anos ao lado de Ingrid Guimarães, essa hora chegou.

"Apesar da tensão que é entrar em cena, me divirto muito com a minha personagem, que é irônica, mau caráter e cínica", conta Heloisa, em entrevista prévia ao espetáculo. O diretor João Fonseca conseguiu adicionar muita agilidade e inteligência à peça que, em seus 80 minutos, não apresenta um único minuto de tédio.

Advocacia Segundo os Irmãos Marx fica em cartaz até 2 de agosto, em São Paulo. Depois, segue para Campinas.

SERVIÇO

Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, www. teatrofolha.com.br

Sexta, às 21h30, sábado, às 20h e 22h; e domingo, às 20h.

Ingressos a R$ 60,00.



Escrito por Françoise Terzian às 02h03
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EXPOSIÇÃO

O LOUVRE E SEUS VISITANTES

 

Exposição de fotógrafo carioca apresenta 88 imagens produzidas em 40 anos de andanças pelo museu parisiense. Até 21 de junho, no IMS de SP

 

Fotografar os milhares de visitantes que frequentam o Museu do Louvre diariamente em seus momentos mais imperceptíveis ou surpreendentes. Enquanto o mundo virava seus olhos para aquele lugar superlativo e suas obras embasbacadoras, o fotógrafo carioca Alécio de Andrade (1938-2003) focava suas lentes nos visitantes e suas expressões. Radicado em Paris, Andrade percorreu os inúmeros corredores e alas do museu francês durante quatro décadas e produziu por volta de 12 mil imagens. O Instituto Moreira Salles (IMS) de SP selecionou 88 dessas fotos (todas em preto e branco) e montou a exposição O Louvre e Seus Visitantes, em homenagem ao Ano da França no Brasil. Muito bacana. Ela é gratuita e fica em cartaz até 21 de junho, na Rua Piauí, 844, 1 andar, em Higienópolis. Não perca!



Escrito por Françoise Terzian às 23h33
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NO CINEMA (OU NO DVD)

QUAL O FILME DA SUA VIDA?

 

Audrey Hepburn que me perdoe, mas a atriz inglesa Julia Ormond está impecável e emocionante no filme Sabrina, um remake de Sydney Pollack de 1997. O original teve Hepburn no papel principal de Sabrina, mas ela simplesmente não emociona. Muitos críticos me matariam por dizer isso, já que eles são unânimes em dizer que "o mais antigo é muito melhor". Para eles, claro. Riso.

O que importa é que Sabrina é um conto de fadas em 35 milímetros. Imagine a filha de um chofer que cresce apaixonada pelo filho bonitão e triliardário do patrão. Tão visível quanto uma natureza morta, Sabrina é enviada a Paris - após seu pai conseguir uns favores - para esquecer o inesquecível e simplesmente crescer. Deixa Rhode Island menina, cheia de sonhos e com um cabelo pedindo desesperadamente por um corte. Volta de Paris mais confiante, crescida e com um corte lindo e fashion. Ou seja, completamente transformada. De fora para dentro e de dentro para fora. Quer dizer, isso até ver seu amado Linus. Mas a vida é cheia de surpresas... e eis que Sabrina percebe que o homem da sua vida não é Linus...

Eu gosto tanto deste filme que comprei o CD e o DVD. Agora, a parte boa: dá para assistir o filme INTEIRO pelo YouTube, dividido em 10 ou 11 partes de 10 minutos cada. Portanto, se você ainda não assistiu, faça o favor de se encostar aí no sofá e dar o play agora. Pegue uns lencinhos, caso você esteja num dia sensível. O bom é que o filme também tem seus momentos divertidos. É um longa para experimentar diferentes sentimentos e resgatar aquela crença pueril e quase esquecida de que "contos de fada" podem, quem sabe um dia, acontecer. Pelo menos na ficção.

Abaixo, a parte 1. O YouTube te guiará para as partes seguintes. Bom filme!



Escrito por Françoise Terzian às 21h59
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CINEMA

ANJOS E DEMÔNIOS É UM FILMÃO

 

São raros, raríssimos, os filmes que me despertam a vontade de assisti-los novamente. Anjos e Demônios, longa baseado no livro homônio do espetacular Dan Brown, está entre as exceções. Acabo de voltar do cinema maravilhada com o que vi. O filme é maravilhoso: a história é fantástica - mais uma vez Dan Brown demonstrou ter uma mente genial -, o roteiro bem costurado, o cenário perfeito, o figurino maravilhoso, a música emocionante e o final surpreendente. Como é bom assistir a um casamento de talentos em prol de uma obra maior. Não consigo compreender como alguém pôde criticar esse filme. Li em um jornal que o longa era chato e lento. É uma blasfêmia!

Minha curiosidade: a obra toda é ambientada em Roma, com foco maior na cidade do Vaticano. Como terá sido a gravação, uma vez que a Igreja condenou O Código da Vinci? Por mais que existam cidades cenográficas, reproduzir o Vaticano, sua biblioteca, uma dezena de igrejas de Roma, entre outros detalhes do gênero, não deve ser tão fácil, rápido e barato quanto filmar in loco. Em tempo: acabo de ver nesta matéria (http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1115831-7086,00-NOVO+FILME+DE+TOM+HANKS+ANJOS+E+DEMONIOS+DESAFIA+O+VATICANO.html) que as filmagens no Vaticano e nas igrejas de Roma foram proibidos. Até mesmo nas ruas da capital italiana a liberação foi limitada. Realmente, o diretor Ron Howard conseguiu fazer milagre!

Tom Hanks, o professor de simbologia Robert Langdon, está melhor do que nunca. E mais bonito também. A minha única crítica, não exatamente ao filme, mas ao autor da obra, é a forma como ele coloca os americanos como os "salvadores do mundo". Claro que Langdon é um professor de Harvard, mas a obra toda insiste que ele entende mais da história da Igreja e do Vaticano que os próprios italianos. E uma hora ainda vem dar lição de moral nos italianos ao dizer: "nossa, vocês não conhecem sua história?". Como se os americanos entendessem muito da história italiana ou da história mundial. E se conhecem muito a história da América é pq passaram um bom tempo virando as costas para o resto do mundo.

O filme trata do histórico conflito entre a ciência e a religião, em particular entre a seita secreta Iluminati e a Igreja Católica. A trama envolve o sequestro de quatro cardeais prediletos a virar Papa e uma alta tecnologia capaz de colocar o Vaticano pelos ares. O filme é imperdível!



Escrito por Françoise Terzian às 01h22
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CONFEITARIA

MARZIPAN: O DOCE SECULAR

O gosto eu herdei da minha mãe. O marzipan (também chamado de marzipã), doce à base de amêndoas moídas, açúcar e clara de ovo, é uma iguaria delicada, sofisticada e de sabor incomparável (nada lembra marzipan, a não ser o cheiro da amêndoa). Diz a história que ele foi criado no Oriente e introduzido na Europa no século 14. Naquela época era dado de presente pelos nobres. Verdade seja feita, o melhor marzipan do mundo é o alemão. Já comi o doce feito na França (sabor tradicional, de morango e pistache) e também português. Os dois têm textura, cheiro e gosto muito inferiores ao alemão. O problema é que, mesmo made in Germany, há marzipans e marzipans. Dos mais grosseiros e com alto índice de açúcar aos mais delicados e com pouquíssimo açúcar. O meu preferido é o segundo tipo e, de preferência, sem cobertura de chocolate.

Gostoso é sentir aquela pasta de amêndoas se dissolvendo na boca. Ai, ai, só de pensar já deu vontade. O meu predileto é o Schluckwerder Marzipan Rohmasse (massa crua de amêndoas, com pouquíssimo açúcar). Dá para modelar o que quiser ou comer do jeito que vem mesmo.

Uma amiga minha brasileira (Camila) que mora em Frankfurt e é casada com um alemão (Hanns) veio para São Paulo recentemente e me trouxe um dos bons de presente. Trata-se do Niederegger Lubeck (fotos abaixo), criado em 1806. Ele é sensacional e tem uma variedade de enlouquecer: com menos ou mais açúcar, cobertura de chocolate amargo ou meio-amargo, mistura de pistache ou café, entre diversos formatos. Em São Paulo, o produto pode ser encontrado no Emporium Dinis, no Shopping Higienópolis ou Morumbi Shopping. Experimente!

Quitanda do marzipan! Doces de amêndoas no lugar das frutas...

Esse é o marzi...pig. Gostou do trocadilho? marzipan em forma de pig.

 

 

 

 


Os lindos bebês são de marzipan também

 

 

 

 

Bebês na palma da mão: são todos de.... marzipan!

Vitrine de uma confeitaria da Hungria: a maioria dos bolos foi coberta com marzipan. Lindos de morrer, não?

Abaixo a pasta americana, que só serve para enfeitar e não para degustar. Bolo de casamento chique tem cobertura de marzipan, como este fotogrado por uma revista estrangeira. Se um dia eu casar, o meu será coberto de marzipan. Rs

Um dos meus prediletos (tinha que ser alemão, é claaaro)

Para ser deliciado, fatia por fatia

Adorei o nome impresso na base de chocolate. Isso que é marca registrada!

Delicie-se em http://www.niederegger.de


A meio alemã/meio brasileira Camila tem um blog. Visite www.frauglaeser.blogspot.com



Escrito por Françoise Terzian às 02h43
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ALTA CONFEITARIA

PARA COMER COM OS OLHOS

(só assim para não engordar... rs)

 

No início do mês, a Patis France, fabricante francesa de produtos para alta confeitaria, fincou definitivamente seus aromas e sabores no Brasil. No evento realizado ao mercado, ela apresentou vários produtos de sua linha (que resultaram nas belíssimas criações açucaradas logo abaixo) e ainda apresentou uma palestra falando sobre a tendência em termos de texturas, sabores e cores na alta confeitaria. A Patis France fabrica até massa e recheio para produzir os sensacionais macarons (o suspiro francês, com a diferença que o deles leva farinha de amêndoas e ganha sabores como pistache e framboesa). Acredite: você ainda comerá doces com sabor de violeta e chá verde. Em Paris, os chefs pâtissiers já oferecem doces com esses sabores. Logo, logo, muito provavelmente nós veremos o mesmo nas nossas vitrines... Nham nham...

 



Escrito por Françoise Terzian às 01h31
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NOITE PAULISTANA

VODKA NA PINACOTECA

 

Semana passada, a vodka Absolut realizou uma festa bem bacana na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Sim, dentro da Pinacoteca! Foi a primeira vez que a Pinacoteca abriu suas portas para abrigar uma festa. Imagine que sensacional: você ali bebendo e curtindo um sound, com uma escultura gigante bem ao lado. Riso. Eu que adoro arte achei a idéia sensacional. E o jogo de luzes que usaram para brincar com o ambiente também foi cool. Além de uma carta de drinques (todos feitos com vodka, of course), a noite teve o chef Alex Atala como DJ e convidados de diferentes tribos. Imagine se deparar, em uma mesma noite, com um garota careca bem parecida com a Sinead O'Connor, um cameran super fashion de unhas vermelhas, ex-BBBs (que bonitón aquele Thyrso), uma repórter com roupas clássicas "demais" para o evento, uma mulher tatuada e até gente normal!

Bom, o melhor da noite, sem dúvida alguma, foi chegar à Pinacoteca e visualizar, do outro lado da rua, a Estação da Luz linda, imponente, toda iluminada. Estava uma noite tão bonita que, ao me deparar com aquela imagem, me senti num filme noir. Sensacional!

Abaixo, fotinhos:

A linda Estação da Luz

A entrada para a festa, na Pinacoteca iluminada

Por dentro da Pinacoteca

Vanilla!!!

Oh, yeah, I am! Eu com um Cosmopolitan e a Sandra com uma bebida com lichia!!! (como ela é saudável! rs)

A repórter "clássica demais" para o evento; e a escultura curtindo um som...

Todo tipo de sound



Escrito por Françoise Terzian às 23h57
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CINEMA

COMÉDIA ROMÂNTICA EM DECADÊNCIA


O que está acontecendo com a comédia romântica hollywoodiana? É um filme pior que o outro. Enquanto Você Dormia, Sabrina e Sintonia de Amor foram todos produzidos há mais de uma década e continuam imbatíveis. Eles reinam absolutos, sem a menor chance de perder o trono. Fui no cinema agora à noite assistir Eu Odeio o Dia dos Namorados, da duplinha do famoso e delicioso Casamento Grego, e afirmo: eita filminho fraco, amador em vários pontos e com interpretação forçada.

A canadense de família grega Nia Vardalos, que ficou mundialmente famosa depois de interpretar Toula Portokalos, definitivamente melhorou sua interpretação. No entanto, está caricata demais neste filme. Muito forçada nas risadas e nas expressões faciais. A única coisa interessante do filme é a discussão - atualíssima - sobre mulheres que preferem fugir dos relacionamentos para não sofrer. Ah, e obviamente a coisa linda do John Cobertt (o Ian de Casamento Grego e Aidan de Sex and The City).

Semana retrasada, assisti Delírios de Consumo de Becky Bloom, certamente o longa com uma das piores protagonistas dos últimos tempos e discussão superficial sobre a doença do consumo. Na semana anterior eu vi Ele Não Está Tão a Fim de Você, que eu achei simplesmente péssimo. Só porque pegaram um punhado de atrizes famosas e falaram sobre homens em fuga (das mulheres e dos relacionamentos) eles chamam aquilo de filmão? Além de ser chato, ainda vende as mulheres como insanas. A Jennifer Connely deveria sair do estúdio direto para o hospício. E pensar que um dia já fui fã dela. Definitivamente, o filme Labirinto, no qual ela atua como adolescente (ou seja, o filme é velhoooooo e para o público infantil), é bem melhor que esse filminho sobre mulheres no cio. Se tiver muita vontade de assitir, compre o livro. Garanto que ele é anos luz melhor!

Abaixo, uma excelente crítica de Celso Sabadin sobre Eu Odeio o Dia dos Namorados:

http://br.cinema.yahoo.com/filme/15888/critica/10183/euodeioodiadosnamorados



Escrito por Françoise Terzian às 00h46
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LIVRO

A PRESENÇA FRANCESA NO BRASIL, de Villegaignon ao século XXI

(Meu primeiro livro)

Foram cerca de seis meses de apuração, mais de 60 entrevistas, leitura e/ou consulta a cerca de 30 obras de referência e noites insones escrevendo enlouquecidamente. Na etapa final do livro, passei Natal, Ano Novo e Carnaval na frente do computador. Os fogos estourando do lado de fora e eu aqui, no meu mundo virtual, sonhando com Paris, com os franceses, com o passado que se foi e brilha até os dias atuais, com a Belle Époque que não volta mais, com tempos nada saudosos da Ditadura Militar, entre tantos outros momentos deste Brasil que também foi moldado pelas mãos dos francesas. A nação bleu, blanc, rouge, para surpresa de muitos brasileiros, é fortemente responsável pelo desenvolvimento educacional, cultural, industrial e econômico do nosso país.

A Presença Francesa no Brasil, de Villegaigon ao século XXI é o único livro sobre o tema lançado neste Ano da França no Brasil. É também o único livro do mundo a detalhar esta influência nos mais diferentes campos durante um período tão abrangente - do século XVI até os dias atuais. A obra foi encomendada pela Câmara de Comércio França-Brasil a uma editora que, por sua vez, me contratou para fazer a reportagem do livro e, posteriormente, escrevê-lo.

A obra será distribuída pela Câmara ao seu extenso mailing, mas há chances de seguir para as livrarias. Seu lançamento ocorreu nesta terça-feira (28/04), em São Paulo, no Museu da Casa Brasileira.

Abaixo, eu na editora, com a obra fresquinha, pré-lançamento:



Escrito por Françoise Terzian às 00h06
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